segunda-feira, 9 de maio de 2022

Garça perde de 109 postos de trabalho durante março

Uma queda considerável nos empregos. Esse foi o quadro para Garça ao longo de março passado, segundo os números mais recentes apresentados pelo Ministério do Trabalho, dentro do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).  Ao longo do terceiro mês do ano, a cidade registrou um saldo negativo de 109 postos de trabalho com carteira assinada. O volume de contratações e de demissões no município foi de 330 trabalhadores admitidos, contra 439 que perderam o emprego.
O setor que teve a maior diminuição no número de trabalhadores foi o de serviços, com uma baixa de 81 postos, com 107 contratados contra 188 demissões. A indústria também teve um comportamento negativo, demitindo 79 trabalhadores e contratando 50, com saldo de -29. O comércio teve 103 desligamentos e 96 admissões (-7) e a construção civil admitiu 50 trabalhadores, mas demitiu outros 103 (-7). O único setor que teve números positivos foi a agropecuária, com 51 admissões e 36 desligamentos (+15).
Nos primeiros três meses de 2022, a cidade de Garça acumula um saldo negativo de 191 postos de trabalho, com 1.052 admissões e 1.071 demissões.
Entre janeiro e março, os serviços mantiveram-se como o maior contratante em Garça, com saldo positivo de 44 postos, com 426 admitidos e 382 demitidos. A agropecuária teve saldo favorável de 23 postos, com 139 contratados e 116 baixas. A construção civil contratou 72 profissionais, mas desligou 63 (+9). Já a indústria teve 156 contratações e 206 demissões (-50). O comércio teve 259 contratados e 304 demitidos (-45). 
Durante o mês de março, a cidade de Gália teve o registro negativo de nove postos de trabalho, com 32 admitidos e 41 demitidos. Já Fernão contou com a assinatura de dez carteiras de trabalho e a demissão de 12 pessoas, com saldo negativo de dois postos.
No ano, Gália tem saldo positivo de um posto de trabalho, com 126 admissões e 125 demissões. Já Fernão teve a criação de 28 vagas de trabalho e 26 desligamentos (+2).
O Brasil fechou o mês de março de 2022 com a criação de 136.189 empregos formais, segundo o Novo Caged. O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado. O saldo foi resultado de 1.953.071 contratações menos 1.816.882 de demissões.
De 1992 até dezembro de 2019, os dados sobre o mercado de trabalho formal tinham como base somente o Caged, que monitorava admissões e demissões no regime da CLT. A partir de janeiro de 2020, a divulgação trouxe informações de três sistemas: Caged, eSocial e Empregador Web, no qual se registram os pedidos de seguro-desemprego. Essa fusão de dados complementares foi batizada de Novo Caged.

Fonte: Jornal Debate



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