sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Auckland, na Nova Zelândia, é considerado o melhor lugar para se viver no mundo

Auckland, na nova Zelândia, é a melhor cidade para se viver no mundo. A conclusão é de um estudo conduzido pelo núcleo de inteligência da revista The Economist, que avaliou no último ano o nível de estabilidade econômica e social, ofertas de lazer e cultura, saúde, educação e infraestrutura das principais localidades ao redor do globo.
Todas as cidades no top 10 conseguiram notas acima de 78 (de 100 pontos possíveis) nos cinco quesitos, mas o que faz de Auckland a vencedora? Com clima ameno — as temperaturas médias variam entre 24ºC no verão e 15ºC no inverno —, amplas áreas verdes, boa qualidade de transporte público, ruas, água, o município oferece o conforto básico aos seus residentes.
O país experimenta uma fase política e econômica tranquila sob a liderança da primeira-ministra Jacinda Ardern, elogiada pelas suas medidas sanitárias de combate à pandemia que tornaram a Nova Zelândia um oásis em meio ao caos provocado pelo vírus. Assim, a população continua a viver uma vida relativamente normal, aproveitando shows, restaurantes e cafés com risco mínimo de infecção, já que o último caso de transmissão local aconteceu em fevereiro.
Os níveis de corrupção em Auckland — e no país — também são baixos e a oferta de atrações culturais é grande em galerias e museus como a Auckland Art Gallery, que tem coleção de obras dos grandes mestres europeus e da Oceania, jogos de rúgbi no Eden Park ou passeios como as feiras de Matakana. A gastronomia local também faz sucesso, especialmente em pratos do frutos-do-mar e pela produção local de vinhos brancos. Confira outras cidades que oferecem boa qualidade de vida para os seus habitantes:
Enquanto Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos cresceram bastante no ranking, grandes cidades europeias perderam posições devido aos impactos da covid-19.
Além do colapso dos sistemas de saúde pelo excesso de pacientes e da crise econômica pela perda de turismo e enfraquecimento do comércio, o continente vive um momento de particular instabilidade com todas as incertezas que acompanham o espalhamento da variante delta e das perspectivas de fim da pandemia.
Assim, Hamburgo, Frankfurt e Dusseldorf, na Alemanha; Praga, na República Tcheca; Dublin, na Irlanda; Roma, na Itália; Nouméa, na Nova Caledônia (território francês); Bratislava, na Eslováquia; Atenas, na Grécia, e Montreal, no Canadá, foram as cidades que mais caíram em 2021, em ordem.
Enquanto isso, Honolulu e Houston, nos EUA; Madrid, na Espanha; Miami, nos EUA; Barcelona, na Espanha; Pittsburgh, Chicago, Mineápolis e Boston, nos EUA, e Melbourne, na Austrália, foram as que mais cresceram, também em ordem do maior aumento para o menor no top 10.
A lista das piores cidades para se viver no mundo inclui locais que passaram por guerras civis e instabilidades políticas entre 2020 e 2021, além da covid-19. Não à toa, Damasco, na Síria, tem o pior desempenho do ranking, em último lugar e, portanto, é a pior cidade para se viver atualmente. As dez últimas colocadas são: Caracas, na Venezuela; Duala, em Camarões; Harare, no Zimbábue; Carachi, no Paquistão; Trípoli, na Líbia, Argel, na Argélia; Daca, em Bangladesh; Port Moresby, em Papua-Nova Guiné; Lagos, na Nigéria, e Damasco, na Síria.

Fonte: Nossa Uol



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