segunda-feira, 5 de abril de 2021

Sindicato dos Comerciários empossa diretoria para mandato 2021/2026

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Garça e Região passou a contar, desde a última quarta-feira, 31 de março, com uma nova diretoria, que vai ficar à frente da entidade pelos próximos cinco anos. Fábio Henrique dos Santos foi empossado para seu segundo mandato como presidente da entidade e seguirá à frente dela até 2026.
Além de Santos, o Sindicato teve algumas alterações na composição da diretoria, que foi eleita recentemente num pleito em que uma única chapa se inscreveu. Augusto Mangerone passa a ocupar a vice-presidência, com Palmiro Aparecido da Silva, como primeiro-secretário, Sílvio Santos, como segundo-secretário, Geraldo Alves dos Santos, como primeiro tesoureiro, e Ademir Varonelli, na função de segundo tesoureiro.
Segundo o presidente reeleito, não foram feitas muitas mudanças na direção, sendo que "algumas peças foram repostas". A Fecomerciários (Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo) acompanhou todo o movimento da eleição, garantindo a transparência do processo.
"Na realidade, eu não queria ficar por mais um mandato, mas, em conversa com o presidente Motta [Luiz Carlos Motta, presidente da Fecomerciários], ele solicitou que ficássemos, já que conseguimos manter as contas da entidade no azul. E, assim, colocamos o nome para mais um mandato", disse.
Para Santos, os desafios para o Sindicato são muitos, diante de um cenário de pandemia, com milhares de mortes e com a economia combalida. "Temos o desafio de manter a porta aberta. Infelizmente, alguns trabalhadores dão ouvidos a quem não deveria e acabam afetando financeiramente o Sindicato. Mas continuaremos batalhando juntos para dar o melhor do Sindicato", apontou Santos, que lembrou que, além dos problemas apontados, também há um quadro no qual o governo eliminou diversos direitos dos trabalhadores. 
"Até um simples uniforme deixou de ser obrigatório, mas nós, em convenções coletivas, buscamos fazer com que as empresas ao menos façam o pagamento de alguns direitos. São coisas simples, mas que refletem em minimizar as perdas que os trabalhadores tiveram", explicou.

Negociação — Geraldo Alves dos Santos, ex-presidente do Sindicato e agora tesoureiro da entidade, apontou que o cenário atual é complexo, sendo que as mudanças trazidas pela legislação da “liberdade econômica” tiraram muitos direitos dos trabalhadores, mas também abriram a oportunidade para que o Sindicato pudesse negociar.
"Na situação que vivemos, com a pandemia, é um problema que afeta tanto empregador como trabalhador. O trabalhador precisa receber e a empresa precisa vender, e, com esse abre e fecha do comércio, causou um desacordo, com a dificuldade para todo mundo. Diante disso, o Sindicato é a ligação entre trabalhador e a empresa, já que, em qualquer situação que ocorra, o trabalhador deve procurar o Sindicato, deve valorizar sua entidade representativa, e, por isso, temos as eleições, para unificar sua diretoria a cada cinco anos", disse.
Geraldo lembrou que é o Sindicato que oferece apoio ao trabalhador e sua família, já que é a entidade que trabalha para a formalização de uma convenção coletiva, além de garantir diversos benefícios, que vão desde a verificação de férias, oferta de vales, como o de gás, entre muitos outros.
"Nossa diretoria é composta por uma diversificação de profissionais, com comerciários em geral, representantes do segmento de materiais de constrição, de farmácias, entre outros. São pessoas que atuam como porta-vozes dos comerciários, que ouvem as demandas, as carências e os pedidos dos trabalhadores. E devemos lembrar que, quando da rescisão e homologação, o Sindicato deve ser procurado, já que ele irá orientar e indicar o que o trabalhador deve fazer para não ter perdas", complementou.

Fonte: Jornal Debate



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