segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Garça fecha mês de outubro com registro positivo de 200 postos de trabalho

Mesmo num ano complexo e com todos os efeitos desencadeados pela covid-19, Garça ainda consegue ter números positivos no que se refere à geração de empregos com carteira assinada. Tal inferência aparece depois da avaliação do mais recente levantamento dos números disponibilizados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), desenvolvido pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. 
Em outubro, a cidade registrou um saldo positivo de 200 postos de trabalho (43 a mais que o saldo aferido em setembro), com 419 cidadãos sendo admitidos com carteira assinada, contra 219 desligamentos.
Ao longo do décimo mês de 2020, o setor de serviços de Garça foi o que mais contribuiu para a empregabilidade local. Esse segmento registrou 181 contratações e 47 desligamentos, com um saldo positivo de 134. A indústria teve um saldo positivo de 61, com 100 pessoas passando a contar com a carteira assinada, ao passo que 39 foram demitidas. O comércio também apresentou um comportamento positivo e registrou 88 admitidos, com as demissões somando 62, com saldo positivo de 26 postos. 
O segmento agrícola teve um mês negativo, com saldo de -15 postos, sendo 14 admissões e 29 desligamentos. Na construção civil, por sua vez, 42 pessoas perderam o emprego e 36 foram registrados como trabalhadores formais (-6).
Ao longo dos dez primeiros meses de 2020, Garça tem um saldo positivo de 572 empregos gerados, com 2.915 contratações e 2.343 desligamentos. O melhor desempenho no emprego em Garça, ao longo do exercício, foi no segmento de serviços, que gerou 1.075 contratações e teve 714 pessoas desligadas (saldo positivo de 361). Na sequência, aparece a indústria, com saldo de 221 postos, com 792 admissões e 571 desligamentos. Por outro lado, o comércio teve índice negativo de 67 empregos (610 demissões e 543 contratações).
Gália também teve um comportamento positivo para a empregabilidade em outubro, com 30 postos sendo acrescidos à economia local (53 admissões e 23 desligamentos). Ao longo dos primeiros dez meses, a cidade teve o registro de 277 pessoas empregadas e 207 que perderam seus postos. Já em Fernão, em outubro, houve cinco contratações registradas e cinco desligamentos. Em 2020, até o final de outubro, a cidade aferia um saldo negativo de três postos (66 demissões e 63 contratações).
No Brasil, em outubro passado, as admissões de empregos formais chegaram a 1.548.628 e foram observadas 1.153.639 demissões. Com isso, o saldo positivo ficou em 394.989 vagas. Nos primeiros dez meses do ano, entretanto, o saldo do emprego formal no país ficou negativo em 171.139 postos.
O Caged passou por mudanças, se sustentando agora no preenchimento de informações da base de dados do eSocial (Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema, com o agrupamento de setores da economia. 
Até dezembro do ano passado, eram oito: comércio, serviços industriais de utilidade pública, extrativa mineral, administração pública, agropecuária, construção civil, indústria de transformação e serviços. Com a reformulação do Caged, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. São eles: comércio, serviços, indústria geral, construção civil e agricultura.

Fonte: Jornal Debate



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