segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Representantes da Acig visitam central de monitoramento de câmeras de Garça

Garça conta, já há algumas semanas, com um novo sistema que busca ampliar consideravelmente a segurança para estruturas municipais, empresas e para os cidadãos como um todo. Trata-se de uma ampla gama de câmeras de monitoramento que estão em funcionamento e que abrangem grande parte da área urbana garcense.
Na última quarta-feira, o presidente da Acig (Associação Comercial e Industrial de Garça), João Galhardo e o gerente da entidade, Fábio Dias, estiveram no terminal rodoviário e visitaram a central de monitoramento, que está instalada nesse local. Eles foram recepcionados pelo prefeito João Carlos dos Santos (DEM) e pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Henrique Severino. A entidade é parceira com a Prefeitura para o realização desse projeto de monitoramento, dividindo o pagamento do serviço, que é realizado por uma empresa contratada.
"O monitoramento já está em andamento, ele já está pronto, com cerca de 11 servidores municiais atuando nesse serviço. É uma sala muito interessante, de um lado fica o monitoramento dos próprios municipais, de prédios públicos, postos de saúde, escolas, e do outro lado estão as câmaras que estão nas vias públicas", observou o gerente Fábio Dias.
Um diferencial, segundo apontado pelo gerente, são as câmeras do modelo "speedy dome", que são de alta qualidade, com resolução muito alta e que permite a garantia de visualização de detalhes, como placas de carro, tipo físico de pessoas, entre outros, sendo que a polícia militar, sempre que necessário, faz o uso do monitoramento para resolver casos registrados na cidade.
A Acig é parceira da Prefeitura e mensalmente oferece um apoio financeiro para que o projeto seja desenvolvido. Uma empresa é encarregada de garantir os materiais, a instalação, manutenção e também a estrutura para o acompanhamento. O contrato entre o município e essa empresa tem duração de cinco anos.
Segundo Fábio Dias, a estrutura já está em funcionamento total, mesmo que não tenha sido feita uma atividade para lembrar a comunidade de que esse tipo de procedimento estava em vigor. "O sistema não foi entregue oficialmente, já que algumas câmeras foram roubadas, postes foram destruídos e tiveram de ser recuperados. Além disso, a pandemia apareceu e a entrega passou a ser adiada, mas o trabalho está sendo realizado ", indicou.
Para Dias, contar com o monitoramento de vídeo é uma garantia de maior segurança, sem, contudo, influenciar na individualidade de cada morador. "As imagens das câmaras não são abertas a toda a população. Temos de respeitar a privacidade das pessoas, mas o monitoramento é realizado em vias públicas, sendo que várias delas foram sugeridas pela polícia militar", complementou o gerente da Associação.

Fonte: Jornal Debate



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