segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Indústria puxa números positivos de criação de empregos formais em Garça em agosto

Com um bom comportamento do setor industrial, Garça voltou a registrar números positivos na geração de empregos ao longo do último mês de agosto, ao passo que o segmento de serviços voltou a ter registros de baixa. Essas são algumas conclusões obtidas nos números mais recentes disponibilizados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), desenvolvido pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. 
Em agosto passado, a cidade registrou um saldo positivo de 92 postos de trabalho, com 326 cidadãos sendo admitidos com carteira assinada, contra 233 desligamentos.
Durante o oitavo mês de 2020, o setor de indústria de Garça foi o responsável por garantir boa parte do comportamento positivo no emprego. Esse segmento registrou 146 contratações e 46 desligamentos, com um saldo positivo de 100. A construção civil também manteve um comportamento animador e registrou 62 admitidos, com as demissões somando 21, com saldo positivo de 41 postos. O comércio, refletindo a flexibilização dos processos de quarentena, também teve um mês favorável, com saldo de 17 postos, sendo 65 admissões e 48 desligamentos.
Já no segmento de serviços, o saldo do mês de agosto foi de negativo, com 94 trabalhadores demitidos e 49 contratados, com saldo negativo de 45. Na agropecuária, 24 pessoas perderam o emprego e quatro foram registrados como trabalhadores formais.
Ao longo dos oito primeiros meses de 2020, Garça tem um saldo positivo de 218 empregos gerados, com 2.136 contratações e 1.918 desligamentos. O melhor desempenho no emprego em Garça ao longo deste conturbado exercício foi no segmento de serviços, que gerou 812 contratações e teve 615 pessoas desligadas (saldo positivo de 197). Por outro lado, o comércio teve índice negativo de 109 empregos (478 desligamentos e 369 admissões), ao passo que a indústria teve 561 contratações e 488 demissões (+30 postos).
Gália também teve um comportamento positivo para a empregabilidade em agosto, com dez postos sendo acrescidos à economia local (24 admissões e 14 desligamentos). Ao longo dos primeiros oito meses, a cidade teve o registro de 192 pessoas empregadas e 173 que perderam seus postos. Já em Fernão, em agosto, houve quatro contratações registradas e quatro desligamentos. Em 2020, até o final de agosto, a cidade aferia um saldo negativo de seis postos (57 demissões e 51 contratações).
No Brasil, em agosto passado, as admissões de empregos formais chegaram a 1.239.478 e as demissões a 990.09. Com isso, o saldo positivo ficou em 249.388 vagas. Nos primeiros oito meses do ano, o saldo do emprego formal no país ficou negativo em 849.387.
O Caged passou por mudanças, se sustentando agora no preenchimento de informações da base de dados do eSocial (Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema, com o agrupamento de setores da economia. 
Até dezembro passado, eram oito: comércio, serviços industriais de utilidade pública, extrativa mineral, administração pública, agropecuária, construção civil, indústria de transformação e serviços. Com a reformulação do Caged, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. São eles: comércio, serviços, indústria geral, construção civil e agricultura.

Fonte: Jornal Debate



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