sábado, 31 de outubro de 2020

Garça fecha mês de setembro com registro positivo de 157 postos de trabalho

Vários segmentos da economia garcense apresentaram números positivos na geração de emprego ao longo do último mês de setembro. Essa é a principal avaliação do mais recente levantamento dos números disponibilizados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), desenvolvido pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. 
Em setembro passado, a cidade registrou um saldo positivo de 157 postos de trabalho, (65 a mais que o saldo aferido em agosto), com 341 cidadãos sendo admitidos com carteira assinada, contra 184 desligamentos.
Ao longo do nono mês de 2020, o setor de indústria de Garça manteve o comportamento positivo no que se refere à empregabilidade. Esse segmento registrou 126 contratações e 38 desligamentos, com um saldo positivo de 88. A construção civil também manteve um comportamento animador e registrou 45 admitidos, com as demissões somando 22, com saldo positivo de 23 postos. O comércio, refletindo a flexibilização dos processos de quarentena, também teve um mês favorável, com saldo de 12 postos, sendo 76 admissões e 64 desligamentos.
O segmento de serviços, que vinha colecionando comportamentos negativos, conseguiu registrar um índice animador em setembro. Tal setor empregou 80 garcenses, ao passo que 43 trabalhadores foram demitidos, gerando um saldo de 37 postos. Na agropecuária, por sua vez, o cenário foi negativo, com 17 pessoas perdendo o emprego e 14 sendo registrados como trabalhadores formais.
Ao longo dos nove primeiros meses de 2020, Garça tem um saldo positivo de 373 empregos gerados, com 2.486 contratações e 2.113 desligamentos. O melhor desempenho no emprego em Garça ao longo do exercício foi no segmento de serviços, que gerou 893 contratações e teve 665 pessoas desligadas (saldo positivo de 228). Por outro lado, o comércio teve índice negativo de 98 empregos (544 desligamentos e 446 admissões), ao passo que a indústria teve 692 contratações e 527 demissões (+165 postos).
Gália também teve um comportamento positivo para a empregabilidade em setembro, com 21 postos sendo acrescidos à economia local (30 admissões e nove desligamentos). Ao longo dos primeiros oito meses, a cidade teve o registro de 222 pessoas empregadas e 182 que perderam seus postos. Já em Fernão, em setembro, houve seis contratações registradas e quatro desligamentos. Em 2020, até o final de setembro, a cidade aferia um saldo negativo de quatro postos (61 demissões e 57 contratações).
No Brasil, em setembro passado, as admissões de empregos formais chegaram a 1.379.509 e as demissões a 1.065.945. Com isso, o saldo positivo ficou em 313.564 vagas. Nos primeiros oito meses do ano, o saldo do emprego formal no país ficou negativo em 558.597 postos.
O Caged passou por mudanças, se sustentando agora no preenchimento de informações da base de dados do eSocial (Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema, com o agrupamento de setores da economia. 
Até dezembro passado, eram oito: comércio, serviços industriais de utilidade pública, extrativa mineral, administração pública, agropecuária, construção civil, indústria de transformação e serviços. Com a reformulação do Caged, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. São eles: comércio, serviços, indústria geral, construção civil e agricultura.

Fonte: Jornal Debate



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