segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Novo levantamento do IBGE estima população de Garça em 44.409 pessoas

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) fez uma nova estimativa para a população das cidades brasileiras. O levantamento indicou que, mais uma vez, Garça e municípios da região não apresentaram oscilações mais relevantes nos volumes de moradores. Segundo os dados mais recentes do órgão governamental, em 01 de julho passado, a cidade de Garça contava com 44.409 habitantes, aumento de 19 pessoas (+0,04%) em relação ao levantamento realizado no ano passado. No comparativo com o Censo de 2010, que mostrou uma população de 43.115 garcenses, verificou-se uma alta de 3% (1.294 pessoas).
Em Gália, o Instituto indica que, em 01 de julho, a população estava em 6.482 pessoas, com retração de 1% em relação ao estimado em 2019, quando se apontou uma população de 6.548 pessoas. Já Fernão teve a estimativa no primeiro dia do mês passado de uma população de 1.727 pessoas, com ligeiro aumento em relação ao calculado um ano atrás (1.716 pessoas).
O estudo do IBGE informa, ainda, que o município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,3 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,75 milhões), Brasília (3,05 milhões) e Salvador (2,88 milhões). Os 17 municípios do país com população superior a um milhão de habitantes concentram 21,9% da população nacional e 14 deles são capitais estaduais. Serra da Saudade (MG) é o município brasileiro com menor população (776 habitantes), seguido por Borá (SP), com 838 habitantes, Araguainha (MT), com 946 habitantes, e Engenho Velho (RS), com 982 habitantes.
Na última década, as estimativas apontam para um aumento gradativo da quantidade de grandes municípios do país. No Censo de 2010, somente 38 municípios tinham população superior a 500 mil habitantes, e apenas 15 deles tinham mais de 1 milhão de moradores. Já em 2020, eram 49 os municípios brasileiros com mais de 500 mil habitantes, sendo 17 os que superavam a marca de 1 milhão de habitantes.
Excluindo-se as 23 capitais que têm população acima desta cifra, 26 municípios possuem mais de 500 mil habitantes. Eles distribuem-se pelos Estados de São Paulo (8), Rio de Janeiro (6), Minas Gerais (3), Espírito Santo (2), Pernambuco (1), Bahia (1), Santa Catarina (1), Goiás (1), Paraná (1), Pará (1) e Rio Grande do Sul (1). No outro extremo, o país tem 30 municípios com população inferior a 1.500 habitantes e quatro deles possuem população inferior a mil habitantes. 
O conjunto das 27 capitais supera os 50 milhões de habitantes, representando, em 2020, 23,86% da população total do país. A maior taxa de crescimento geométrico no período 2019/2020 foi a de Boa Vista (RR), com 5,12% e a menor, Porto Alegre (0,30%). O conjunto dos municípios das capitais apresentou taxa de crescimento geométrico de 0,84%, acima da taxa do país (0,77%).
A região metropolitana de São Paulo continua sendo a mais populosa do país, com 21,9 milhões de habitantes, seguida pelas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (13,1 milhões) e Belo Horizonte (6,0 milhões), além da região integrada de desenvolvimento do Distrito Federal e entorno (4,7 milhões).
As taxas de crescimento das maiores regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife e Salvador) são ligeiramente inferiores à média do país. Nessas metrópoles, o crescimento do município sede é, na maioria dos casos, mais baixo do que o verificado nos municípios restantes.
As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.
As populações dos municípios foram estimadas por procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos Estados, projetadas por métodos demográficos, entre suas cidades. O método baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento local, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010) e ajustadas. As estimativas também incorporam alterações de limites territoriais ocorridas após 2010.

Fonte: Jornal Debate



Nenhum comentário:

Postar um comentário