quarta-feira, 27 de maio de 2020

Covid-19: região de Garça é inserida em área de flexibilização limitada

O governo do Estado de São Paulo incluiu a região e Garça na zona 2 de risco de evolução da epidemia de coronavírus com flexibilização limitada e previsão de 20% de capacidade para abertura de empresa no comercio de rua, shopping centers, imobiliárias, concessionárias e escritórios. Nessa classificação Marília não poderá abrir bares e restaurantes, salões de beleza e academias.
A classificação foi feita com base nos dados da Diretoria Regional de saíude, que inclui a condição em 62 cidades da região. Apesar de a região ter menos casos, ficou em classificação pior que Bauru e Prudente, que apontam número maior de pacientes.
A classificação poderá ser revista com prazo de 15 dias e análises semanais dos dados de evolução da epidemia de coronavírus. A flexibilização dos setores autorizados deverá ser feita por decreto dos prefeitos dentro dos limites estabelecidos pelo governo.
O estudo estabelece quatro zonas de flexibilização. A zona 1, com capital e grande São Paulo, estão na zona 1, em que a quarentena será mantida com o mesmo perfil atual.
O programa começa no dia 01 de junho, vai ter cinco etapas e divide o Estado em quatro zonas diferenciadas de flexibilização em que a zona 1 – capital e grande São Paulo – seria a mais crítica com manutenção da quarentena.
Os detalhes do plano são apresentados no início desta tarde, mas os critérios e zonas foram revelados pela manhã em reunião do vice-governador Rodrigo Garcia (DEM), com deputados estaduais.
Os critérios foram divulgados em redes sociais, incluindo manifestações do deputado Vinícius Camarinha (PSB), de Marília. “A sociedade já́ deu sua cota de sacrifício, chegou o momento de com inteligência e cuidado iniciarmos o plano de reabertura das atividades econômicas”, disse o deputado em sua postagem.
Na zona 3, com capacidade hospitalar e casos relativamente controlados, bares, salões de beleza, shoppings e comércio de rua teriam 40% da capacidade liberadas. Academias ficariam fechadas. Concessionárias, imobiliárias e escritórios estariam totalmente liberados.
Na zona 4, com capacidade hospital controlada e casos em queda, bares, restaurantes, shoppings, salões e academias estariam liberados com 60% da capacidade.

Fonte: Giro Marília


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