sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Advogado desaparecido é encontrado morto em Tarabai

Uma operação conjunta realizada pelas polícias Civil e Militar prendeu na tarde de quinta-feira (31) o rapaz de 26 anos suspeito de assassinar o advogado e professor Wagner Alonso Álvares, que estava desaparecido desde a última terça-feira (29), e encontrou o corpo da vítima às margens de uma estrada de terra localizada na zona rural de Tarabai (SP).
Os policiais militares chegaram ao local depois de terem sido acionados por populares que haviam detido o suspeito de envolvimento no crime e que ainda o mantinham amarrado à espera da corporação, em um barraco de alvenaria, onde ele pedia por socorro, nas proximidades do lugar onde tinha sido encontrado o carro da vítima na quarta-feira (30).
Segundo a Polícia Militar, uma equipe encontrou primeiramente o rapaz, que confessou o crime e depois direcionou os policiais ao local onde estava o corpo da vítima.
A Polícia Militar manteve o local preservado para os trabalhos de investigação.
A Polícia Civil configurou o crime como latrocínio consumado em razão da morte da vítima para o roubo do carro de sua propriedade.
As investigações indicaram que a vítima foi assassinada ainda na terça-feira (29), cerca de 40 minutos após ter sido vista pela última vez.
O corpo do advogado e professor foi encontrado pelos policiais no chão, em uma área de matagal, às margens de uma estrada de terra e embaixo de um pé de manga.
Segundo as investigações, a vítima foi assassinada com facadas no pescoço.
O suspeito que confessou o crime vai cumprir inicialmente uma prisão temporária decretada pela Justiça pelo prazo de cinco dias. Ele foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, em Pirapozinho (SP), de onde será encaminhado posteriormente à Cadeia de Presidente Venceslau (SP).
De acordo com a Polícia Militar, o rapaz, identificado como Douglas Fernandes da Cruz, de 26 anos, confessou que assassinou a vítima a facadas e não explicou o motivo do crime, pois alegou que "tinha bebido" e que "estava meio noiado [sic]".
O corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), em Presidente Prudente (SP), que irá elaborar os exames e laudos que apontarão o que lhe causou a morte.

Fonte: OCNet

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