segunda-feira, 22 de julho de 2019

Movimentação das exportações de Garça são ampliadas em 2019

No primeiro semestre deste ano, o município de Garça registrou um aumento de 420,54% nas exportações em relação ao mesmo período do ano passado, o que pode ser lido como um indicativo da retomada econômica local. De acordo com dados do Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a balança comercial garcense fechou o primeiro semestre com um superávit de 25,14 milhões de dólares. Os números mostram que foram registrados 26,86 milhões de dólares em exportação contra 5,16 milhões de dólares nos seis primeiros meses de 2018.
As importações também apresentaram aumento na ordem de 49,57%. Entre janeiro e junho deste ano foram feitas aquisições da ordem de 1,72 milhão no exterior, contra 1,15 milhão de dólares no mesmo período de 2018.
Segundo o gerente da Acig (Associação Comercial e Industrial de Garça), Fábio Dias, depois de fechar 2018 com superávit de 37,61 milhões de dólares o cenário neste ano continuou a mostrar uma reação positiva, o que é muito importante.
"Nesses seis primeiros meses, Garça mostrou um desempenho excelente com aumento considerável nas exportações e com superávit, o que aponta uma reação da economia, uma retomada das compras, uma confiança maior do nosso empresário. A alta, de acordo com o Ministério, decorre da recuperação da economia, que impulsionou as compras externas, principalmente de bens de capital (máquinas e equipamentos usados para a produção)", disse Dias.
No cenário das exportações, Garça responde por 0,1% das movimentações no Estado de São Paulo e figura em 117º lugar no ranking estadual, entre janeiro e junho deste ano. Já no ranking nacional, no mesmo período, a cidade ocupa a posição 456.
Os principais destinos dos produtos garcenses são Estados Unidos (16%), Itália (15%), Alemanha (14%), Noruega (9,6%) e Bélgica (8,3%).
Liderando o ranking dos produtos exportados está o café, com 83%. Em segundo lugar estão as máquinas e aparelhos mecânicos, com função própria, que representam 13%.
A China se manteve como principal polo de importação garcense. De lá vieram 96% dos produtos adquiridos nos seis primeiros meses deste ano. Os produtos mais importados foram conversores, cadinhos ou colheres de fundição, lingoteiras e máquinas de moldar para metalurgia (20%); circuito impresso (16%); rolamentos de esferas, de roletes ou de agulhas (11%); aparelhos de radiodetecção e de radiossondagem (radar), aparelhos de radionavegação e aparelhos de rádio telecomando (11%).

Fonte: Jornal Debate


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